Porque Centrum®

Centrum® é um suplemento de vitaminas e minerais, completo de A a Zinco. Sua fórmula foi desenvolvida sob medida para atender as necessidades específicas do brasileiro, ajudando-o a completar a dieta com as vitaminas e minerais essenciais que podem faltar em sua alimentação, alcançando assim os níveis recomendados diariamente. Por motivos como a correria do dia-a-dia, regime para perda de peso ou até mesmo pelo desconhecimento do quanto necessita consumir de cada nutriente, 2 em cada 3 brasileiros adultos (aproximadamente 70%), segundo recente estudo1,2, podem não ingerir todas as vitaminas e minerais essenciais dentro dos níveis diários recomendados3. Isso pode interferir no bom funcionamento do organismo. Entenda porque é tão importante manter uma dieta equilibrada, rica em vitaminas e minerais.

Você já deve ter lido ou escutado falar que uma dieta balanceada é fundamental para levar
uma vida saudável. Mas como é possível saber se você está se alimentando de forma equilibrada?
Quanto é necessário ingerir para isso? Será que há algum sinal do corpo quando a dieta não está
adequada? Para esclarecer algumas dessas dúvidas, dividimos o assunto em três partes.

Saiba quanto VOCÊ PRECISA de cada micronutriente no seu organismo.

Segundo especialistas, devemos ingerir diariamente uma quantidade mínima de cada micronutriente, denominada DRI3 (sigla em inglês para Ingestão Dietética de Referência) e não superior ao nível máximo determinado para cada um, conhecido como UL (sigla em inglês para Limite Superior). Portanto, o ideal é que durante o dia seja consumido o suficiente para atingir a faixa entre 100% da DRI e o UL, tida como faixa adequada de ingestão, conforme o gráfico abaixo.
Para ficar dentro dessa faixa ideal, especialistas recomendam de 5 a 9 porções diárias dentre
frutas, legumes e verduras. Uma opção para ajudar a alcançar essa faixa tida como ideal pode
ser os suplementos de vitaminas e minerais.
Confira como está a sua ingestão de micronutrientes Próxima: Ingestão abaixo da recomendada

Referências:
1. Pinheiro MM, Schuch NJ, Genaro PS, Ciconelli RM, Ferraz MB, Martini LA. Nutrient intakes related to osteoporotic fractures in men and women: The Brazilian Osteoporosis Study (BRAZOS) Nutr J. 2009.29;8:6. Rheumatology Division, Federal University os São Paulo, Unifesp/EPM, São Paulo, Brazil.
2.Pinheiro MM, Ciconelli RM, Martini LA, Ferraz MB. Clinical risk factors for osteoporotic fractures in Brazilian women and men: Brazilian Osteoporosis Study (BRAZOS) Osteoporosys Int, 2008. Rheumatology Division, Federal University os São Paulo, Unifesp/EPM, São Paulo, Brazil.
3.Institute of Medicine. Dietary Reference Intakes: Applications in dietary planning. Washington, DC: National Academic Press.
4. Ramalho, Andrea. Fome Oculta: Diagnóstico, tratamento e prevenção. 1ª ed. São Paulo:Atheneu, 2009. 378p.
5. De Angelis RC. Fome Oculta: impacto para a população do Brasil. São Paulo; Atheneu, 1999.
6. Kennedy G, Nantel G, Shetty P. The Scourge of "hidden hunger": Global Dimensions of micronutrient deficiencies. Food Nutr Agric, 2003,32:8-14

2 em cada 3 brasileiros podem apresentar ingestão de micronutrientes abaixo do recomendado1,2,4

A dieta de quase 80% da população brasileira adulta apresenta tendência à inadequação de vitaminas
e minerais. Estudos realizados em diferentes regiões do país mostram que a carência de vitaminas
e minerais não é apenas mais um componente da pobreza ou desnutrição e não se restringe às regiões
menos privilegiadas: o problema afeta pessoas de todas as regiões e classes sociais.

Confira na tabela abaixo que a ingestão de alguns micronutrientes essenciais está abaixo do
recomendado na população brasileira:

Alguns dos fatores determinantes para números tão expressivos são:

• Baixo consumo de frutas, verduras e vegetais, muitas vezes por falta de hábito desde a infância.

• As longas jornadas de trabalho e a falta de tempo para comprar e/ou preparar os alimentos.

• Consumo crescente de alimentos tipo fast-food.

• Prática de dietas restritivas (regimes). Em muitos casos, a restrição de calorias acarreta
na redução da ingestão de micronutrientes (vale lembrar que vitaminas e minerais não engordam).

Além da ingestão inadequada através da alimentação, alguns outros fatores podem interferir
na obtenção dos níveis diários recomendados de micronutrientes:

• A perda dos nutrientes devido ao preparo e/ou processamento inadequados dos alimentos.
Muitas vitaminas são sensíveis à umidade, à luz, ao ar, ao calor e aos processos de cozimento
e congelamento.

• E ainda algumas circunstâncias que podem aumentar as necessidades diárias de alguns
micronutrientes como a poluição, o estresse e o estilo de vida agitado das grandes metrópoles, a
idade, a prática de exercícios intensos, o tabagismo e o consumo de medicamentos ou de bebidas
alcoólicas.

Você Sabia?
A carência de micronutrientes não está somente associada à quantidade de alimentos
ingeridos, mas principalmente pela sua variedade e qualidade. Casos de obesidade aliados
à carência de micronutrientes são muito comuns4!
Confira como está a sua ingestão de micronutrientes Próxima: Conheça as consequencias

Referências:
1. Pinheiro MM, Schuch NJ, Genaro PS, Ciconelli RM, Ferraz MB, Martini LA. Nutrient intakes related to osteoporotic fractures in men and women: The Brazilian Osteoporosis Study (BRAZOS) Nutr J. 2009.29;8:6. Rheumatology Division, Federal University os São Paulo, Unifesp/EPM, São Paulo, Brazil.
2.Pinheiro MM, Ciconelli RM, Martini LA, Ferraz MB. Clinical risk factors for osteoporotic fractures in Brazilian women and men: Brazilian Osteoporosis Study (BRAZOS) Osteoporosys Int, 2008. Rheumatology Division, Federal University os São Paulo, Unifesp/EPM, São Paulo, Brazil.
3.Institute of Medicine. Dietary Reference Intakes: Applications in dietary planning. Washington, DC: National Academic Press.
4. Ramalho, Andrea. Fome Oculta: Diagnóstico, tratamento e prevenção. 1ª ed. São Paulo:Atheneu, 2009. 378p.
5. De Angelis RC. Fome Oculta: impacto para a população do Brasil. São Paulo; Atheneu, 1999.
6. Kennedy G, Nantel G, Shetty P. The Scourge of "hidden hunger": Global Dimensions of micronutrient deficiencies. Food Nutr Agric, 2003,32:8-14

Muitas vezes consumimos a quantidade suficiente de macronutrientes (proteínas, carboidratos e gorduras), mas não a quantidade necessária de micronutrientes (vitaminas e minerais). Quando isto acontece o organismo sofre um desequilíbrio que é conhecido por SÍNDROME DA FOME OCULTA5,6.
Nesta síndrome o organismo sacia-se da energia vinda dos macronutrientes, porém, não recebe as vitaminas e minerais que desempenham funções importantes no organismo. Como não há sinais clínicos facilmente detectáveis nem uma patologia claramente definida, fica difícil detectar sua presença. A fome oculta é gradual e progressiva e pode aumentar os riscos de se desenvolver doenças crônicas não transmissíveis. Alguns estudos também a associam à obesidade5,6.

A carência de vitaminas e minerais essenciais pode manifestar-se em diferentes formas:

Estresse fisiológico
  • dores musculares
  • cãibras
  • fraqueza
  • cansaço
  • indisposição
  • alterações na pele e mucosas
  • queda e enfraquecimento dos cabelos
  • unhas quedradiças
  • aftas
  • letargia
  • insônia
  • convalescença demorada
Processos Infecciosos
  • gripes sucessivas
  • resfriados
  • outros casos viróticos
Alterações de Comportamento
  • desânimo
  • mau-humor
  • depressão
  • irritabilidade
  • dificuldade de concentração

Está comprovado que hábitos saudáveis, como a prática de atividades físicas moderadas
e rotineiras, aliados a uma boa alimentação, rica em vitaminas, minerais, contribuem para
a manutenção da saúde.

Você Sabia?
Em alguns países da Europa, até 30% da população consome suplementos vitamínicos6. Nos Estados Unidos, o número chega a 45% da população6.
Clique aqui e confira os principais benefícios de uma alimentação equilibrada

Referências:
1. Pinheiro MM, Schuch NJ, Genaro PS, Ciconelli RM, Ferraz MB, Martini LA. Nutrient intakes related to osteoporotic fractures in men and women: The Brazilian Osteoporosis Study (BRAZOS) Nutr J. 2009.29;8:6. Rheumatology Division, Federal University os São Paulo, Unifesp/EPM, São Paulo, Brazil.
2.Pinheiro MM, Ciconelli RM, Martini LA, Ferraz MB. Clinical risk factors for osteoporotic fractures in Brazilian women and men: Brazilian Osteoporosis Study (BRAZOS) Osteoporosys Int, 2008. Rheumatology Division, Federal University os São Paulo, Unifesp/EPM, São Paulo, Brazil.
3.Institute of Medicine. Dietary Reference Intakes: Applications in dietary planning. Washington, DC: National Academic Press.
4. Ramalho, Andrea. Fome Oculta: Diagnóstico, tratamento e prevenção. 1ª ed. São Paulo:Atheneu, 2009. 378p.
5. De Angelis RC. Fome Oculta: impacto para a população do Brasil. São Paulo; Atheneu, 1999.
6. Kennedy G, Nantel G, Shetty P. The Scourge of "hidden hunger": Global Dimensions of micronutrient deficiencies. Food Nutr Agric, 2003,32:8-14